Resenha – O Exorcista / William Peter Blatty

Resenha – O Exorcista / William Peter Blatty

Resenha

O Exorcista

William Peter Blatty

336 paginas | Harpercollins | Ano de Lançamento dessa edição: 2016


Um clássico do terror com mais de 13 milhões de exemplares vendidos “Impossível parar de ler. Poe e Mary Shelley reconheceriam [William Peter Blatty] como mais um companheiro do limbo ambíguo entre o natural e o sobrenatural… De arrepiar.” – Life Uma obra que mudou a cultura pop para sempre, O exorcista é o livro que deu origem ao maior filme de terror do século XX. Quatro décadas após chocar o mundo inteiro, a obra-prima de William Peter Blatty permanece uma metáfora moderna do combate entre o sagrado e o profano, em um dos romances mais macabros já escritos.. O mal assume várias formas. Seja com monstros, fantasmas ou demônios, tanto a literatura quanto o cinema sempre foram bem-sucedidos em representar a essência do nosso lado mais reprovável. O exorcista, no entanto, conseguiu superar qualquer outra obra do gênero. Inspirado no caso real do exorcismo de um adolescente, o escritor William Peter Blatty publicou em 1971 a perturbadora história de Chris MacNeil, uma atriz que sofre com inesperadas mudanças no comportamento da filha de 11 anos, Regan. Quando todos os esforços da ciência para descobrir o que há de errado com a menina falham e uma personalidade demoníaca parece vir à tona, Chris busca a ajuda da Igreja para tentar livrar a filha do que parece ser um raro caso de possessão. Cabe a Damien Karras, um padre da universidade de Georgetown, salvar a alma de Regan e ao mesmo tempo tentar restabelecer a própria fé, abalada desde a morte da mãe. Neste livro, Blatty conseguiu dar ao demônio a sua face mais revoltante: a corrupção de uma alma inocente. A menina Regan é, ao mesmo tempo, o mal e sua vítima. Ela recebe a pena e a revolta de leitores e espectadores em doses equivalentes e, mesmo quarenta anos depois, seu sofrimento e o abismo entre o que ela era e o que se torna continuam nos atormentando a cada página, a cada cena. Um clássico do terror que se mantém atual como somente os grandes nomes do gênero poderiam criar, O exorcista não se trata apenas de uma simples história sobre o bem contra o mal, ou sobre Deus contra o Demônio, mas também sobre a renovação da fé.. WILLIAM PETER BLATTY é um escritor e roteirista norte-americano. Sua obra prima, O exorcista, é um dos romances mais polêmicos já escritos e tornou-se um fenômeno literário, best seller absoluto e um clássico do terror. O autor também foi o responsável pelo roteiro da adaptação para o cinema de 1973, pelo qual ganhou um Oscar. O filme também conquistou dez indicações ao prêmio, inclusive de melhor filme, algo inédito para uma obra do gênero.


Sempre adiei a leitura de O Exorcista. Tinha medo, receio e tudo mais que da pra imaginar.

Mas desde criança eu nunca tinha tido coragem nem de assistir o filme, então nem é de se estranhar. Adoro filmes como: O Massacre da Serra Elétrica, A Hora do Pesadelo e etc, mas quando envolve o “Capiroto” eu me cago toda…kkkkkkkkk

Então depois que me envolvi a ler livros de suspense e terror, me vi em um beco sem saída e depois de conversar com algumas pessoas resolvi arriscar, pois como diz um instafriend meu “Você vai entrar em outro patamar depois que ler este livro” Não tinha como não ler né?! Quando terminei a leitura a primeira coisa que pensei foi: “Por que eu demorei tanto para ler?!”

Bom, chega de blá, blá, blá e vamos ao que interessa.

Uma curiosidade: O autor decidiu escrever o livro após ficar impressionado com uma história que viu no jornal sobre um garotinho de 14 anos que passou por um exorcismo.

“O que parecia uma manhã era o começo de uma noite sem fim.”

Neste livro conhecemos a pequena Regan e sua mãe Chris MacNeil, uma atriz famosa que está filmando em Georgetown e sofre com as inesperadas mudanças de comportamento de sua filha que logo começa a ficar estranha e muito doente. Sua mãe pede a ajuda de diversos médicos renomados e a única conclusão dos médicos é que ela sofre de problemas psiquiátricos e sem nenhuma solução para cura, tornando assim o seu quadro ainda pior com o passar dos dias.

Quanto mais Regan vai se transformando, menos a ciência vai encontrando respostas para o seu problema. E assim que todas as esperanças de Chris vão pelo ralo, ela resolve apelar para a religião. Chris decide pedir ajuda ao padre Karras, porém após vários acontecimentos em sua vida pessoal, Karras é Cético quanto a fazer um exorcismo em Regan e faz vários exames para se certificar de que a garota sofria não era na verdade uma doença.

Durante a leitura do livro, vamos acompanhando vários acontecimentos na vida de Regan e sua mãe, mas também com o padre Karras e também com o detetive William, que quando é inserido na história, trás uma bagagem de perguntas mas também nos ajuda com várias respostas acerca do que acontece com Regan, mas até que fique comprovado que o que aflige a garota é realmente um demônio, muita coisa acontece e é aí que se tem a magia da escrita de Willian Peter Blatty pois esse livro não se trata somente de terror, pois de uma maneira bem sutil o autor nos faz questionar o que pode justificar os eventos que acontecem na casa de Chris e Regan, se há algo realmente sobrenatural e que foge da nossa compreensão.