Resenha: Criaturas e criadores

Resenha: Criaturas e criadores

Resenha 🌷

resenhameuromeo

248 páginas || Raphael Draccon, Gabriela Munhoz, Frini Georgakopoulos e Raphael Montes || @grupoeditorialrecord

Olá leitores, hoje trago a resenha do livro CRIATURAS E CRIADORES que eu recebi em parceria com a linda da @frini_georga.
Ele é um livro dividido em contos, onde os autores Raphael Draccon, Gabriela Munhoz, Frini Georgakopoulos e Raphael Montes reescreveram sobre alguns clássicos do terror.

O primeiro conto é A Criatura, que foi escrito pelo Raphael Draccon e que é uma releitura do Frankenstein, onde o mesmo é caçado pelo Bope em uma favela do Rio de Janeiro.

O segundo conto, Conde de Ville foi escrito pela Gabriela Munhoz e narra a história de Vlad um dono de uma casa noturna.

O terceiro conto, Por trás da máscara, da Frini Georgakopoulos nos apresenta uma história sobre o fantasma da ópera e claro que eu fiquei super empolgada já que amo essa história.

O quarto e último conto é O sorriso do homem mau, que foi escrito pelo Raphael Montes, e que conta a história de um homem que aparenta ser algo, mas que na verdade é bem diferente do que aparenta ser.
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🌷Eu adoro contos. E quando durante uma conversa com a Frini ela me perguntou se eu gostaria de ler, claro que eu fiquei super animada.

Eu já havia lido a sinopse, e apesar de ser uma medrosa nata, quando eu vi que era uma releitura de classicos, eu não pensei duas vezes em começar a leitura.

E que grata surpresa foi. Imagine só você ler um conto baseado em um clássico, só que com uma roupagem totalmente atual e conceitual.

Eu adorei a forma como os quatro autores conseguiram conduzir as suas histórias, mesmo elas sendo mais curtas.

A narrativa de todos eu achei bem gostosa e bem fluida, e a cada página virada, eu ficava mais e mais arrebatada por todos os contos.

Sabe o que eu mais gostei neles? Que eles me remetiam totalmente a infância, quando eu via vários amigos assistindo aos filmes do Frankenstein, ou aos filmes do conde Drácula e do fantasma da ópera, onde por mais que eu tivesse medo e assistisse eles com os olhos meio fechados, eu ainda assim morria de curiosidade.

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